
Quando atravessava o enclave de Cabinda, na Angola, o ônibus de togo foi atacado pelas FLEC (Forças de Libertação do Estado de Cabinda), visando os angolanos que faziam a escolta do veículo. O assistente-técnico Amelete Abalo e o assessor de imprensa Komi Azanledji, ambos togoleses, morreram. Por ordem de seu governo, o Togo deixou a competição.
Às vésperas do sorteio, Togo entrou com recurso na CAS (Corte Arbitral do Esporte), requisitando que a punição fosse suspensa. No entanto, na sexta-feira (19), o pedido foi negado - a entidade reprova qualquer tipo de interferência política no futebol. FRANCE PRESSE
0 comentários:
Postar um comentário