Pages

Pages - Menu

Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de julho de 2011

Pesquisas resultam em novas tecnologias e mais criatividade para uso do celular

Para muitas pessoas os aparelhos celulares servem apenas para receber e fazer ligações. Já para os pesquisadores do Instituto Nokia de Tecnologia (INdT) a função destes aparelhos vai além da básica e, diariamente, instigam a criatividade para dar uma cara nova ao celular.

Os últimos aplicativos criados permitem que os usuários apaguem velas de um bolo de aniversário soprando a tela do aparelho e que a tela inicial seja desbloqueada ao reconhecer o rosto de seu proprietário.

O processo criativo destes profissionais é constante e pode surgir através de um tema pré-estabelecido ou mesmo em um bate-papo informal no cafezinho. “Estamos diariamente pensando em coisas novas e em maneiras diferentes, úteis e sustentáveis de usar o celular”, disse o líder do projeto “Feliz Aniversário”, Allan Bezerra.

O aplicativo já foi traduzido para o espanhol e inglês e conquistou usuários da Nokia em todo mundo. Na tela o usuário vê um bolo de aniversário cheio de velas acesas e, ao fundo, a tradicional música “parabéns pra você”. Em m dado momento o programa emite a mensagem: “pode assoprar as velas” e com um sopro na tela as velas são digitalmente apagadas. Esse sistema é o mesmo utilizado no aplicativo “Heolix” onde o usuário sopra um cata-vento e recebe informações sobre o sistema eólico de geração de energia.

De acordo com o desenvolvedor de software, André Pedralha, o segredo dos dois aplicativos é que eles captam o som emitido pelo sopro, através do microfone do celular. “Até então, discutíamos como fazer isso e em uma das nossas experimentações vimos como o microfone captava o som, e deu certo”.

O grupo de pesquisadores do Instituto criou ainda um aplicativo - também acionado pelo microfone - para auxiliar tetraplégicos. “Hoje, o celular é muito mais que um aparelho de comunicação à distância”, diz Allan Bezerra. Segundo ele, outro aplicativo com função social é o do sensor que informa deficientes auditivos quanto a emissão de sons a sua volta.

“Dependendo do grau de deficiência e da afinidade do usuário com o aplicativo ele consegue identificar e diferenciar o ruído de uma voz humana do som de uma campainha”. Todos estes aplicativos já renderam diversos prêmios ao grupo, composto em sua maioria por amazonenses.

O último foi conquistado em Londres, com o aplicativo que ganhou o nome de “Facelock”. Na ocasião, a Nokia reuniu usuários do mundo inteiro e perguntou o que eles gostariam de ter no celular e para desenvolver os aplicativos convidou pesquisadores de vários países. Os profissionais, incluindo os do INdT - os únicos brasileiros - tiveram 72 horas para desenvolver os softwares.

“Um dos usuários queria que o aparelho reconhecesse o rosto do usuário e criamos, em tempo recorde, o ‘Facelock’”, comemora Allan. Os aplicativos da Nokia, exceto o ‘Facelock’, estão disponíveis no site www.nokia.com.br.

Parceria - Alunos da Universidade Federal do Amazonas criaram 12 aplicativos com o tema ‘sustentabilidade’ O Instituto Nokia de Tecnologia (INdT) tem parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e 15 alunos da instituição trabalham também na criação de aplicativos.

Desde o início desde ano, o grupo criou 12 aplicativos todos baseados no tema sustentabilidade. De acordo com o coordenador do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologia Eletrônica e de Informação (Ceteli), Vicente Lucena Junior, atuam no programa alunos dos cursos de design, engenharia elétrica e engenharia e ciência da computação.

“São alunos dos cursos de graduação e de pós e são selecionados através de uma avaliação e do histórico escolar”, explica. Em média o grupo desenvolve um software por mês e, segundo Vicente, o prazo deverá ser estendido para dois meses para que os alunos possam detalhar ainda mais cada processo de criação.

Diariamente, dedicam à criação, na própria Ufam, quatro horas/dia e ganham bolsa auxílio de pouco mais de R$ 600. Entre os últimos aplicativos criados está o “IMC Fácil” que calcula o índice de massa corporal do usuário de forma visual e dá dicas de saúde. Os softwares podem ser vistos no site ceteli.ufam.edu.br e baixados no site da Nokia (nokia.com.br). FONTE: PORTAL A CRÍTICA

terça-feira, 8 de março de 2011

Empresa sueca revela notebook controlado pelos olhos do usuário

A empresa sueca Tobii, especializada em controle pelo olho, se uniu a Lenovo para desenvolver 20 protótipos de notebooks com Windows 7 que possuem sensores controlados pelos olhos humanos. As máquinas foram apresentadas na feira de informática e tecnologia “CeBIT”, que acontece na Alemanha.

O notebook permite que o usuário mude de janela e percorra documentos apenas ao piscar os olhos. Henrick Eskilsson, CEO da Tobii, disse que os protótipos marcam um passo importante para levar dispositivos controlados pelos olhos aos consumidores.

Segundo o site “Engadget”, que testou o equipamento, o controle pelo olho funciona muito bem, pois o sistema detecta para onde o usuário está olhando com precisão. Conforme o site, o nível de precisão foi testado em um jogo simples em que o usuário deve explodir asteróides antes que eles atinjam a Terra apenas ao olhar para eles.

A empresa prevê colocar as máquinas no mercado em dois anos. FONTE: G1

segunda-feira, 7 de março de 2011

Preços altos estão entre os principais culpados pela pirataria, diz estudo

Um relatório sobre pirataria divulgado nesta segunda-feira (7), com foco em mercados emergentes, entre eles o Brasil, concluiu que os preços altos estão entre os principais culpados pela pirataria.

Com o nome Media Piracy in Emerging Economies (Pirataria de Mídias em Economias Emergentes, em tradução livre), o estudo abrange o Brasil, Índia, Rússia, África do Sul, México e Bolívia.

A pesquisa foi realizada pelo Social Science Research Council (Conselho de Pesquisa em Ciências Sociais, em tradução aproximada), uma organização americana sem fins lucrativos e com cerca de trinta e cinco pesquisadores e três anos de trabalho, segundo o site da organização.

FATORES - A introdução do estudo defende que "Altos preços para mídias, baixos salários e tecnologias digitais baratas são o principal ingrediente da pirataria global de mídias". O preço de uma cópia do Microsoft Office nos países pesquisados é cinco a dez vezes maior do que o dos EUA e Europa, indica o texto.

Entre outros pontos levantados estão: a falta de competição do mercado local, que favorece os altos preços; a pirataria faz parte da rotina dos habitantes, indicação de educação antipirataria pouco eficiente; grande distância entre as mudanças na legislação promovidas pelas companhias de mídia e aplicação das novas leis.

Também foi levantado que não há relação entre crime organizado ou terrorismo e a pirataria de mídias nos países estudados. Os comerciantes de mercadoria pirata, inclusive, enfrentam a competição com os produtos gratuitos, assim como os comerciantes do mercado legal, segundo a publicação.

Por fim, as sanções contra a pirataria praticadas há uma década não surtiram efeito na oferta de produtos piratas, diz o estudo.

DADOS - O capítulo referente ao Brasil é o maior da publicação, com 86 páginas de um total de 440. Ele foi coordenado pelo Instituto Overmundo e conduzidos por pesquisadores Centro de Tecnologia e Sociedade e FGV Opinião, ambos da Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro. Foram realizadas cerca de 25 entrevistas formais e diversas informais.

Usando dados de 2010, a pesquisa calcula que no mercado brasileiros são piratas 56% dos softwares, 22% dos filmes, 48% das músicas e 91% dos jogos eletrônicos.

Se a pirataria diminuísse em 8%, São Paulo criaria 19.500 postos de trabalho, aumentaria em R$ 2,63 bilhões a receita da indústria local e arrecadaria R$ 430,11 milhões em impostos, defende o documento, citando uma pesquisa da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software).

A publicação está disponível integralmente, em inglês, sob uma licença chamada Consumer's Dilemma (literalmente, "Dilema do Consumidor"). Países "de alta renda", dentre eles EUA, Japão e Austrália, têm de pagar US$ 8 pelo estudo em versão digital, para uso não comercial. O país de origem é identificado por meio do IP da máquina.

No Brasil, o download é gratuito. FONTE: Folha.com

sábado, 5 de março de 2011

CEBIT 2011: Nova geração de celulares chega ao mercado 'padronizada'; diferença está nos detalhes

Eles têm câmera com resolução semelhante e flash. O tamanho é bem parecido. O sistema, quase sempre é Android (mas vem aí o Windows Phone 7). De resto, o de sempre: conexão Wi-Fi e 3G, tela sensível ao toque, GPS, processador veloz. E agora, qual você escolhe? O UOL Tecnologia conheceu alguns dos modelos mais novos do mercado na Cebit 2011, feira de tecnologia encerrada no sábado (5), na Alemanha, e mostra algumas dessas opções. A escolha, no entanto, não é simples e fica por conta do usuário.

Em meio à massa de smartphones que deve desembarcar no Brasil em breve, o consumidor tem de ficar atento ao uso que fará do aparelho. Quer um modelo básico, para acessar sites, se divertir tirando fotos, ouvir música? Fique atento aos smartphones mais populares (e baratos), que cumprem bem essa função. Entre eles, estão o HTC Desire e Wildire, da linha Sense, que usam sistema Android, do Google. Para quem gosta de integração com a Microsoft, há o HTC Trophy, que usa Windows Phone 7. Há também o Motorola Defy, com a vantagem do design reforçado para aguentar quedas e evitar riscos.

Quem precisa de um celular mais “imponente” e tem dinheiro para investir no que o mercado apelidou de "super smartphones", existem várias opções. O que mais impressiona, pela beleza e configuração, é o Xperia Arc. A Sony Ericsson caprichou no modelo, que usa o sistema mais atual do Google, o Android Gingerbread, e tem câmera com 8 megapixels.

Outro “superphone” é o Samsung Galaxy S II: apesar de bem grande, sua tela é uma das mais confortáveis para navegação e para assistir a vídeos e à TV digital. O melhor do aparelho é seu processador de dois núcleos produzido pela própria Samsung, que deixa o celular veloz -- e a concorrência bem para trás.

Tecladinho ou não? Nem sempre você se adapta à digitação em uma tela touch. Existe atualmente uma grande variedade de modelos que oferecem teclado QWERTY, deslizante ou não. Isso não significa, necessariamente, uma agilidade muito melhor na hora de escrever: é preciso tempo para se adaptar às teclas pequeninas.

Alguns modelos que apresentam teclado deslizante são: Nokia E7 (que tem a vantagem de deixar a tela com uma leve inclinação, melhorando sua visualização); BlackBerry Torch 9800, cujo teclado desliza pela parte menos larga do aparelho e mantém o design que é marca da fabricante.

Hors concours É aficionado por games? Ter um celular-console era o sonho de muitos jogadores, até que surgiu o Xperia Play, da Sony Ericsson. A qualidade da tela parajogos é incrível (O UOL Tecnologia “brincou” com o Fifa 11). Para deixar a experiência próxima ao PSP, há um gamepad, espécie de teclado com os controles usuais para jogos que desliza.

Outro aparelho que impressiona pela câmera com resolução profissional é o Nokia N8. São 12 megapixles, algo que encontramos em equipamento de fotografia profissionais. Outra vantagem é a saída HDMI, para quem quiser ver o resultado das fotos e vídeos em alta resolução em uma televisão de alta definição.

Linhas profissionais Empresas que procuram aparelhos para deixar os funcionários produtivos e conectados têm atenção especial de algumas fabricantes. O Motorola Pro, por exemplo, traz uma configuração básica para um smartphone (Android Froyo, câmera de 5 megapixels, processador de 1GHz), mas vem com segurança reforçada: os dados são “encriptados” antes do armazenamento em um cartão SD. Assim a empresa não se arrisca, caso o funcionário perca o aparelho.

Já a Sony Ericsson aposta em um aparelho semelhante em design ao X10 com o Xperia Pro. No entanto, com a vantagem de ter um teclado deslizante e utilizar o sistema operacional Android Gingerbread. FONTE: UOL Tecnologia

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Tablets são desafio para produtores de discos rígidos

Fabricantes de discos rígidos como a Seagate Technology e a Western Digital Corp podem registrar crescimento mais lento à medida que mais e mais consumidores trocam computadores convencionais por tablets, mas ainda não estão fora da jogada.

Com o Apple iPad e tablets de diversos outros fabricantes - da Hewlett-Packard à Research in Motion-- prontos a tomar mercado aos computadores nos próximos meses, a Seagate e outras companhias estão correndo para se adaptar a um futuro no qual menos consumidores usarão laptops; os computadores tablet empregam memória flash e não discos rígidos.

Mas nem tudo é negativo para os fabricantes de discos rígidos. O volume de vendas deve crescer em quase 17 por cento este ano, muitos dos usuários de tablets desejam um nível de armazenagem de dados que só um disco rígido pode prover e o setor de discos rígidos, muito enxuto, ganhou competência na gestão de estoques.

O analista da Wedbush Securities, Kaushik Roy, disse que a ameaça dos tablets é bastante real, e que começou a ser incorporada aos preços das ações de fabricantes de discos rígidos nos dois últimos meses.

"Não acreditamos que a incorporação tenha sido completa ainda", disse Roy. "As pessoas não perceberam a extensão ou profundidade da situação até agora."

"É preciso ter a noção de que algumas pessoas que antes teriam comprado um laptop agora vão optar por um tablet," disse.

Na semana passada, a RIM anunciou que planeja lançar um tablet chamado PlayBook no começo de 2011, o mais recente concorrente em um mercado já superpovoado e dominado pelo Apple iPad, que vendeu mais de três milhões de unidades até agora.

As vendas de tablets devem superar os 15 milhões de unidades este ano e disparar a 48 milhões em 2011, de acordo com o grupo de pesquisa iSuppli. A empresa acrescentou que isso pode resultar em perda de 18 por cento dos embarques de netbooks este ano.

A força do mercado de tablets pode reduzir em dois a três por cento os embarques mundiais de discos rígidos em 2010, de acordo com o grupo de pesquisa IDC.

Roy estima que as vendas de tablets podem reduzir em 10 a 11 centavos de dólar por ação o lucro de 2,11 dólares que os analistas previram em média para a Seagate em 2011; no caso da Western Digital, a perda seria de 20 a 25 centavos de dólar sobre lucro previsto de 3,95 dólares. Fonte: REUTERS

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Serviço anônimo de busca na web impede que usuário seja identificado ou rastreado

A companhia de buscas on-line Startpage lançou um serviço que permite a usuários preocupados com sua privacidade executar pesquisas na web e clicar nas páginas de resultados sem que sejam identificados, rastreados ou registrados.

Ao contrário dos serviços de busca convencionais, que recolhem informações comercialmente valiosas sobre o comportamento dos usuários, a Startpage, uma empresa de capital fechado, se concentra na privacidade desde 2005.

Também conhecida como Ixquick fora dos Estados Unidos e do Reino Unido, a Startpage já oferecia buscas privadas, mas os usuários deixavam a proteção da empresa ao clicar em um resultado de busca e entrar em site de terceiros.

O novo serviço oferece o uso de um proxy da Startpage, o que significa que o usuário é invisível em todos os sites, ainda que as páginas sejam carregadas com mais lentidão porque a Startpage precisa primeiro localizar o conteúdo e exibi-lo.

“O acontecimento que me despertou surgiu no ano passado”, disse Katherine Albrecht, que cuida de relações com a mídia e do marketing da Startpage nos Estados Unidos.

Críticas ao Google - Ela diz ter percebido que o Google havia instalado um programa que monitorava os usuários que digitavam termos de busca indicativos de que estivessem sofrendo de gripe e que estava divulgando essas informações para o Centro de Controle de Doenças dos EUA.

“Eu já vinha defendendo a privacidade há 10 anos, mas mesmo assim usava a tecnologia do Google, como todo mundo”, afirmou.

O presidente-executivo do Google, que domina o mercado mundial de buscas, irritou os críticos com declarações em uma entrevista de TV, no mês passado. “Se existe alguma coisa em sua vida que você deseja que ninguém mais saiba, talvez o melhor seja que você não a faça”, disse Eric Schmidt em entrevista ao canal de notícias “CNBC”.

“A realidade é que os serviços de buscas, entre os quais o Google, retêm informações por algum tempo”, disse. “Estamos todos sujeitos ao Patriot Act, nos EUA. Existe a possibilidade de que essas informações sejam encaminhadas às autoridades.”

Em 2006, entretanto, o Google foi o único grande mecanismo de busca a rejeitar intimação do Departamento de Estado dos EUA para entregar dados, afirmando que a exigência violava a privacidade das buscas dos internautas e segredos comerciais da companhia.

Os rivais Microsoft Corp e Yahoo atenderam a demanda do governo norte-americano. A Startpage não mantém dados sobre seus usuários e por isso não podia ser forçada a entregar qualquer informação.

A Startpage afirma que tem sido lucrativa pelos últimos cinco anos. A empresa é financiada por publicidade, incluindo links patrocinados que são exibidos de acordo com o conteúdo de sites e pesquisas, mas não segundo um perfil do usuário.

Fundada em Nova York e controlada pela companhia holandesa Surfboard Holding, a Startpage não divulga números de usuários, mas afirma que atendeu a 1,2 bilhão de pesquisas até dezembro de 2009. REUTERS

sábado, 17 de outubro de 2009

PIRATARIA: Novo Windows circula na China a R$ 5 antes do lançamento

Em lojas no movimentado mercado Xinyang, em Xangai (China), iPhones da Apple e alto-falantes Bose falsos circulam com cópias piratas do novo sistema operacional Windows 7, da Microsoft, uma semana antes do seu lançamento oficial. Um lojista, apontando orgulhosamente sua ampla oferta de discos embalados em caixas brancas sem nome, anuncia: "Qual versão você quer? Básica? Normal? Inglês ou chinês?".

A Microsoft pode estar atraindo o mundo, conforme se prepara para lançar a mais recente versão do sistema operacional Windows, mas os chineses têm conseguido comprar cópias piratas neste mês por apenas 20 iuans (R$ 5) cada, uma parcela mínima do preço oficial de até US$ 320 (R$ 547).

O "lançamento antecipado" do Windows 7 na China ressalta o desafio que grandes fabricantes de software enfrentam tentando ganhar dinheiro na China, segundo maior mercado de computadores do mundo.

A empresa de pesquisa IDC estima que quase 80% dos softwares vendidos na China no ano passado eram piratas. Apesar de o número estar caindo, ainda representa o dobro da média global e fica quase quatro vezes acima de mercados desenvolvidos, como Estados Unidos e Japão.

O analista Matthew Cheung, do instituto Gartner, diz que " a grande questão que está conduzindo a pirataria na China hoje é o preço. Em resposta a tais pressões, a Microsoft reduziu o preço do pacote de aplicativos Office 2007 Home and Student Edition para 199 iuans (R$ 50) no ano passado, ante 699 iuans (R$ 174). A fabricante venderá a versão mais simples do Windows 7 Home Basic por 399 iuans (R$ 100), preço modesto para os padrões ocidentais, mas ainda muito superior às cópias piratas.

A violação dos direitos de propriedade intelectual tem sido um problema contínuo nas relações da China com seus principais parceiros comerciais. A Business Software Alliance, uma associação comercial criada pela indústria de softwares, afirma que o setor perdeu mais de US$ 6,6 bilhões (R$ 11 bilhões) para pirataria no ano passado na China, atrás apenas dos Estados Unidos.

A maioria dos especialistas concorda que a pirataria na China é um problema de longo prazo, mas muitos acrescentam que as condições devem melhorar, conforme as fabricantes de software reduzam preços, usuários se tornam mais educados e o padrão de vida sobe.

O Gartner estima que as taxas de pirataria na China cairão para 50 por cento até 2012, quase em linha com mercados asiáticos desenvolvidos como Hong Kong. REUTERS

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Cientista que criou a WWW pede desculpas por '//'

O cientista britânico Tim Berners-Lee, responsável pela criação, há 30 anos, da World Wide Web (WWW), que é a base da internet, pediu nesta quarta-feira desculpas pela necessidade dos internautas terem de digitar duas barras na frente dos endereços eletrônicos, confirmando que isto poderia ser evitado.

A revelação, de acordo com o jornal britânico “The Times”, foi feita durante palestra em Washington, nos Estados Unidos, e Berners-Lee destacou que, quando da criação, não pensou na irritação que causariam as duas barras, pontuando porém, em tom de brincadeira, que muitos terapeutas apenas conseguiram emprego em razão das duas barras, em alusão ao tratamento das Lesões por Esforço Repetitivo.

Também nesta quarta-feira, o Ministério de Transportes e Comunicações da Finlândia anunciou que, a partir do próximo mês de julho, cada cidadão do país terá direito a uma conexão de banda larga de um megabit por segundo, o que torna a nação a primeira a garantir por lei o acesso à banda larga. A meta, de acordo com Helsinque, é garantir conexão de 100 megabits, também em lei, até o final de 2015. JOVEM PAN ONLINE

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Fabricante de memória DRAM decreta falência

A Qimonda, fabricante alemã de chips de memória, declarou bancarrota nesta sexta-feira (23).

De acordo com a companhia, a brusca queda nos preços de chips de memória DRAM e as dificuldades de conseguir financiamentos em mercados de capital levaram à deterioração da sua saúde financeira.

Em dezembro, a Qimonda recebeu 325 milhões de euros de auxílio do governo saxão e de um banco estatal português para tentar evitar um colapso.

A companhia, que tem sede em Munique e fábricas em Dresden, disse pretender seguir em frente com um programa de reestruturação. (Info)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Tecnologia da Casa Branca está na era do Atari

O primeiro dia completo da administração Barack Obama na Casa Branca foi traumático para muitas das pessoas que trabalharão com o novo presidente dos Estados Unidos. Acostumados durante a campanha a utilizar diversos tipos de recursos eletrônicos para conquistar votos e eleitores, eles se depararam com uma tecnologia totalmente ultrapassada no número 1600 da avenida Pensilvânia.

“Foi como retroceder do Xbox para o Atari”, disse ao jornal The Washington Post o porta-voz de Obama, Bill Burton, comparando o videogame de última geração da Microsoft ao ultrapassado Atari. De acordo com Burton, muitos dos novos funcionários da Casa Branca reclamaram das amarras da burocracia federal. Foram encontradas inúmeras linhas telefônicas desconectadas, softwares antigos (alguns com mais de seis anos) nos computadores e uma rede de segurança que proíbe a conexão com e-mails externos e programas de conversa instantânea. Muitos também lamentaram a pequena quantidade de notebooks disponíveis e a falta de informação sobre quais computadores poderiam ser usados para atualizar a nova página oficial da Casa Branca na internet, que acabou sem informações das primeiras medidas tomadas por Obama.

Segundo o Washington Post, o aspecto tecnológico é mesmo complicado na transição da Casa Branca. Em 2001, funcionários da administração George W. Bush disseram ter encontrado diversos teclados com letras faltando e, em 2005, David Almacy, diretor de internet de Bush, demorou uma semana para conseguir um computador e um BlackBerry para iniciar seu trabalho.

Pode até demorar, mas a nova administração deve colocar a Casa Branca em uma nova era tecnológica. Nos últimos dois anos, Barack Obama construiu na internet uma rede de relacionamentos que serviu para popularizar sua candidatura. Usando páginas como a do site de vídeos Youtube, do site de relacionamento Facebook, entre outras, a campanha de Obama conseguiu mobilizar simpatizantes para criar eventos, debater propostas e configurar páginas de arrecadação de doações. No total, em 21 meses, Obama recebeu US$ 500 milhões em doações por meio da rede. (Época)

Tecnologia: Uma luz no fim do túnel para as velhas fitas K7

O TapeLink vai lhe ajudar na recuperação daquelas "pérolas" que guarda em fitas K7 e nem pensa em dar fim

Às vezes, por falta de espaço, você tem de fazer escolhas difíceis: uma cama nova ou as caixas lotadas de fitas K7? Se você não aceita de jeito nenhum jogar fora todas aquelas velharias de bandas da sua adolescência por uma simples questão nostálgica, o TapeLink, da Alesis, pode te ajudar.

Olhando de longe, ele parece um player antigo mesmo. Se você chegar em casa com ele, talvez achem que você está louco. Depois de explicar, é só conectar um cabo USB no TapeLink e levar o som da fita para seu HD.

Vale dizer que algumas raridades existem até hoje só em fitas, como jam sessions, demos, shows. Cada fita que você guardou com tanto carinho vai virar MP3 de boa qualidade e ainda por cima limpando o som com um programa próprio.

O TapeLink custa 199 dólares, e não tem previsão de chegada no Brasil. (Info)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Novo material pode tornar objetos "invisíveis"

O avião Stealth já utiliza um tipo de tecnologia que o torna invisível aos radares.

Um novo material que manipula a curvatura da luz levou os cientistas a se aproximarem de um dispositivo que pode tornar objetos invisíveis. Além das possíveis aplicações militares, o método também poderia ter um uso bastante prático ao tornar mais claras as comunicações por telefonia celular, disseram eles.

"A tecnologia de camuflagem poderia ser usada para fazer 'desaparecer' obstáculos que bloqueiam a comunicação", disse David Smith, da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, que trabalhou no estudo, publicado pela revista Science.

Segundo Smith, os seres humanos "veem" usando a luz visível, cujos comprimentos de onda são inferiores a um mícron (um milionésimo de metro). Mas celulares e outros aparelhos "veem" usando luz com comprimento de onda de alguns centímetros.

Ele afirmou que o novo material é mais fácil de produzir e funciona em uma banda muito mais larga. É feito a partir de um metamaterial, uma substância exótica produzida artificialmente e dotada de propriedades que não existem na natureza.

Os metamateriais podem ser usados para formar diversas estruturas de "camuflagem", que conseguem "dobrar" as ondas eletromagnéticas, como as da luz, fazendo com que contornem um objeto. Esse efeito torna objetos invisíveis.