
"O comércio está junto com deputados e senadores buscando leis para regulamentar esse processo, pois queremos que o duopólio seja aberto e tenhamos mais concorrência. O cartão de crédito é importante, mas não pode acabar com o dinheiro do brasileiro", disse.
Alfeu lembrou, que o segmento de cartão de crédito não possui regulamentação no País e que, por isso, foi um dos poucos isentos do pagamento da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) antes de sua extinção. "Não pagavam CPMF e cobram uma taxa dessas para o lojista e o consumidor. Além disso, só tem duas bandeiras no Brasil. Acho que está tudo errado aí dentro", criticou. "O comércio já virou refém da Redecard e da VisaNet", continuou.
O presidente do SPC Brasil fez ainda um "alerta" ao consumidor. "O cartão de crédito é uma coisa que se precisa pagar, se não vira uma bomba-relógio. Não é status ter na carteira um monte de cartão de crédito, mas essa é uma paixão nacional hoje", considerou. Segundo ele, 67% das pessoas que compram por meio do cartão de crédito atualmente possuem renda de R$ 1 mil a R$ 1,7 mil. VEJA
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