
Ela estava arriscada a ser punida com 40 chicotadas, mas escapou segundo testemunhas presentes ao julgamento.
A condenação, baseada na lei islâmica vigente no país africano, foi por "indecência".
O caso levantou polêmica mundial em julho, quando Lubna e outras mulheres foram presas em um restaurante da capital sudanesa, Cartum. Algumas delas admitiram imediatamente sua culpa é foram chicoteadas no próprio local, mas outras, inclusive Lubna, preferiram encarar o tribunal. AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
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