

A boa notícia do congresso é que está cada vez mais fácil manter o controle sobre o envelhecimento da pele. “Já é possível chegar aos 50 anos sem marcas profundas e pele flácida – mesmo quando a genética não colabora”, diz Flavia Addor, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). O segredo é começar na infância. O efeito cumulativo da exposição solar responde por 90% da destruição provocada pelo ambiente. Evitar os horários mais quentes e se proteger com filtro solar ainda é a dica mais relevante dos dermatologistas.
Já existem produtos que ajudam a retardar – e até substituir – a perda natural de gordura, músculos e estrutura óssea do rosto. Mas aí vale a regra: rugas iniciais (linhas finas) são mais fáceis de ser tratadas – e o resultado é melhor. Saber reconhecê-las é o primeiro passo para atuar enquanto é tempo. Há dois tipos de ruga: as de expressão, que ocorrem em áreas de contração muscular, e as estáticas, sulcos que aparecem com o rosto relaxado, como o bigode chinês (ilustração abaixo). No primeiro caso, o tratamento pode ser à base de toxina botulínica. Nas rugas estáticas, usa-se o ácido hialurônico. A novidade é que rugas recentes respondem bem ao uso do LED (um tipo de luz que estimula a produção de colágeno).
“É possível que duas mulheres que se queixem de pés de galinha recebam diagnósticos diferentes”, diz a dermatologista érica monteiro, da SBD. “Vai depender da cor de pele (as mais morenas mancham com o laser), da idade da paciente (jovens respondem aos cremes) e de características da pele, como cicatrização ruim, o que pode inviabilizar uma cirurgia.” ÉPOCA
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