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terça-feira, 2 de junho de 2009

Caso Sean: STF suspende decisão que determinava volta aos EUA de menino disputado por pai americano

O ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu liminar na noite desta terça-feira suspendendo a decisão da Justiça Federal que determinou que o menino que se tornou alvo de disputa entre o pai americano - David Goldman - e a família da mãe brasileira, morta em 2008, fosse devolvido imediatamente ao país de origem.

A decisão do ministro foi em resposta a ação apresentada pelo PP contra a sentença da Justiça Federal e terá ainda que ser referendada pelo plenário da Suprema Corte. O partido argumentava que a determinação para a guarda do menino ser entregue ao pai biológico levou em consideração a Convenção de Haia, mas desrespeitou a Constituição Brasileira, violando direitos como o dever de proteção à família, à criança e ao adolescente.

Para o partido, o menor não deve ser remetido aos Estados Unidos "de forma abrupta, decidida subitamente", uma vez que ele é brasileiro nato e tem o Brasil como sua residência habitual já há quase cinco anos.

Pela decisão da Justiça brasileira, o padrasto teria até às 14h de quarta-feira (10) para se apresentar com o menino no consulado dos EUA.

A sentença do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto, da 16ª Vara Federal, estabelecia que o período de adaptação deve ocorrer nos Estados Unidos e não no Brasil, como havia sido sugerido pelo Ministério Público.

O juiz afirmou que além de readaptar-se ao convívio com o pai, o garoto tem que se reacostumar ao país de nascimento. O prazo foi fixado como forma de amenizar o impacto de uma busca e apreensão forçada do menino. FOLHA ONLINE

Alerta: Golpistas usam falsa notícia sobre voo 447 para roubar senhas bancárias

Um e-mail com uma notícia falsa sobre o acidente do voo 447 da Air France está circulando pela internet com o objetivo de fazer o internauta clicar em um link e inadvertidamente infectar seu computador com programas maliciosos que roubam senhas bancárias.


A mensagem tenta reproduzir a marca do G1 e traz uma notícia falsa sobre o desaparecimento do avião. O texto promete imagens de objetos e vítimas encontradas no mar. Como é comum em mensagens fraudulentas na internet, apresenta erros gramaticais e de ortografia.

A notícia falsa incentiva o internauta a clicar no link para ver as imagens, mas o endereço guarda, na verdade, códigos maliciosos que podem infectar o computador e abrir portas para piratas virtuais roubarem dados.G1

Voo AF 447: Ministro Nelson Jobim confirma que destroços encontrados são de airbus desaparecido

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JORNAL DAS DEZ

Por que a grávida não deve fumar (confira no infográfico)




BEBE

Caso Sean: Justiça decide que menino deve voltar imediatamente para os EUA

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

O menino Sean Goldman, de 8 anos, cuja guarda estava sendo disputada desde o início do ano pelo pai biológico e pelo padrasto, terá que voltar para os EUA imediatamente.

A decisão acaba de ser tomada pelo juiz Rafael Pereira Pinto, da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Em sua sentença, Pereira Pinto determina o "retorno imediato" para os EUA.

Sérgio Tostes, o advogado da família brasileira de Sean, diz que está examinando a possibilidade de entrar com um recurso "o mais rápido possível" para evitar que o menino siga para os EUA.

Sean Goldman nasceu nos EUA, mas vive desde os 4 anos no Rio deJaneiro. Sua mãe, Bruna, separou-se e mudou-se para o Brasil. Agora, voltará para a casa do pai biológico, o americano David Goldman. A disputa pela guarda de Sean mobilizou Hillary Clinton, o embaixador dos EUA no Brasil, Clifford Sobel e chegou a ser tema de uma conversa entre Lula e Barack Obama. VEJA

Jovem que vendeu virgindade pode perder mais da metade para impostos

As autoridades fiscais da Alemanha pretendem reivindicar cerca de 50% do dinheiro que a romena Alina Percea, de 18 anos, recebeu após leiloar sua virgindade em um site na internet, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".

O fisco alemão alega que o leilão da virgindade da jovem se "equivale à prostituição". "A prostituição não é ilegal na Alemanha, mas não pagar impostos sobre os ganhos é", disse um fiscal, que não teve o nome revelado pelo jornal.

Alina Percea, que estuda na Alemanha, vendeu sua virgindade por 8,8 mil libras (cerca de R$ 28 mil). O vencedor do leilão foi um italiano de 45 anos. Além dos R$ 28 mil, o empresário de Bolonha pagou as despesas para a jovem viajar até Veneza, onde eles passaram uma noite em um hotel de luxo.

Conforme o periódico, após o pagamento dos impostos, ela pode terminar com pouco mais de 3 mil libras (R$ 9,5 mil). BIZARRO

Dar remédio antiverme a meninas pode reduzir HIV na África

Dar um remédio antiverme barato para milhões de garotas na África rural poderia reduzir substancialmente a transmissão do vírus que causa a Aids, afirmam pesquisadores.

A droga praziquantel, que custa apenas 32 centavos de dólar por criança, preveniria a esquistossomose, uma doença causada por um verme que começa como uma infecção no trato urinário, mas, se não for tratada, pode levar a feridas nos genitais femininos, capazes de facilitar a entrada do HIV. Uma vez que a lesão aparece, a droga pode matar os vermes, mas não cura as feridas. Por isso, as garotas devem ser protegidas antes de atingir a maturidade sexual.

O estudo, realizado por pesquisadores do Sabin Vaccine Institute, do Imperial College London e do Hospital Universitário de Oslo, aparece na publicação "PLoS Neglected Tropical Diseases".

Existem 207 milhões de casos de esquistossomose no mundo, 90% deles na África. Nesse continente, os humanos geralmente a contraem ao entrarem em águas infestadas de lesmas, para nadar ou lavar roupa. Os vermes deixam as lesmas e penetram na pele humana. O primeiro sintoma é sangue na urina.

O sucesso de um programa-piloto em Burkina Faso sugere que todas as 70 milhões de crianças até a idade escolar que estão infectadas na África possam ser tratadas por US$ 22 milhões. Repetir a operação a cada dois anos, durante uma década, custaria US$ 112 milhões.

"Com esse investimento relativamente pequeno, a saúde reprodutiva de jovens mulheres seria melhorada", escreveram os autores, "e existe uma possibilidade razoável de que a transmissão do HIV/Aids seja reduzida". THE NEW YORK TIMES